Olá amigos!

Como sabem estou cursando Direito e este semestre começo o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, e advinhei, meu tema de monografia será nada mais que FIV, pois é, estudarei os aspectos juridicos, no qual estamos inseridos e que normalmente não temos conhecimentos, mais é muito importante, ao concluir os estudos deixarei on line para que todos tenham conhecimentos dos direitos e obrigações.

Beijos a todos!

losangela Passos



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Postado por: Lo às 20h19
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Após tanto tempo, recordo tudo que aconteceu. Tento não blogar para evitar recordações tristes. Mau sonho e desejo de ser mãe continua latente, mas... Acredito que Deus considera ainda não ser o momento adequado, enquanto isso, vou vivendo, sofrendo.

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Postado por: Lo às 12h44
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Olá pessoal,depois de algum tempo  sem blogar hoje já tenho coragem de retornar ao blog. A dor é grande.

Fiz uma FIV há um mês e meio e o resultado foi negativo, fiquei péssima, pq tinha tudo para dá certo, mas... Acredito que deve ter sido por causa da minha ansiedade. Aceitei a realidade e estou fazendo acunpuntura para eliminar a ansiedade, fazer uma terapia e tentar mais uma vez, pq a minha vontade de ser mãe é tão grande que tentarei até minhas últimas forças.



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Postado por: Lo às 20h57
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Eu e meu amor!!!!!!!!!!!!!!!!

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Postado por: Lo às 22h40
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Oi pessoal!!!!!!!!!!!Desculpe pelo sumiço é que as vezes é inevitavel o desanimo, a vontade de desistir, mas com os comentários de vocês, como um que recebir dá Renata nos dá força para continuar blogando pelo simples fato de esta escrevendo palavras que as vezes julgamos inuteis, mas que confortam muitas mulheres com a mesma problemática, obrigada pela trasmissão de forças.

Essa fotos são dos meus afilhados Barbara e Breno, no dia do batizado, filho estou na busca incansavel, mas afilhados já tenho 3, parece que é para confortar...kkkkkkkkkk.

Grande beijo a todas e até breve.



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Postado por: Lo às 22h38
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Gravidez: última chamada
por Laura Cavallieri

 

Imagem: Reprodução
gravidez tempo

Aos 20, tudo parece simples, livre de empecilhos e complicações. Primeiro, dedicação aos estudos. Afinal, faculdade é fundamental. Já formada, uma bela promoção no trabalho. Depois aquela viagem desejada há tanto tempo. Já descansada, hora da reciclagem. Pós-graduação, mestrado, quem sabe até um doutorado. A essa altura, a casa já está precisando de uma reforma. Agora sim! Planos realizados, dinheiro guardado, está prontinha para ter um filho. Se não fosse por um detalhe: a idade!

Mais importante do que um marido, estabilidade financeira ou vontade, ter filhos requer a idade certa para isso. Se você passou anos esperando pelo momento adequado, hoje talvez seja tarde demais. Tudo porque cismamos que precisamos nos preparar para a maternidade. Quando chega a maturidade, esperamos pelo dinheiro. Quando entra o dinheiro, surge um outro fator. O pai ideal, a família por perto para ajudar a segurar as pontas, enfim! Emendamos uma desculpa na outra, mas nos esquecemos de que nosso corpo é regulado por um relógio muito mais importante do que aquele que acompanhamos na correria do dia-a-dia. O relógio biológico.

No limite

Durante as aulas de biologia aprendemos que temos uma chance por mês para engravidar. Nosso corpo libera um óvulo, e nada mais. Se fecundado, nove meses depois, chega o bebê. O problema é que o período fértil tem hora marcada para acabar. Quando nascemos temos aproximadamente 4 milhões de óvulos (!). Chegando a puberdade, o número cai vertiginosamente: 400 mil óvulos, sendo que, deste total, apenas 450 poderão ser fecundados.

Quando entramos na menopausa, adeus menstruação, adeus óvulos, adeus filhos. Da primeira menstruação à menopausa, são em média 30 anos férteis. Mas, apesar de termos algumas centenas de óvulos prontinhos para serem fecundados ao longo da vida, na prática, não é bem assim que a banda toca. Aos 29 anos, e solteira, a designer Rose Americano já pensa em deixar a gravidez pra cima da hora. "Penso em ter lá pelos 35. Não me sinto preparada para abrir mão do meu tempo, pois tenho sonhos que estão sendo construídos. A maternidade não tem um peso grande para mim, pelo menos agora. Acho que hoje já há recursos, e posso esperar um pouco mais", acredita.

Sonia Valentim é ginecologista especialista em reprodução humana, e sabe que não é fácil como se pensa. Acostumada a acompanhar centenas de mulheres que, por estarem ocupadas demais, não viram a hora passar, relata. “Engravidar naturalmente depois dos 38 pode acontecer, mas é exceção. E se esta for a primeira gravidez da mulher, o risco é ainda maior. Tenho muitas pacientes com mais de 40 querendo engravidar. A partir dos 37, elas começam a se preocupar. Aos 39, chega o desespero. Com essa vida maluca de muito trabalho que levamos, a idade da gestação é cada vez maior. Tanto que, antigamente, chamávamos de primípara idosa aquelas que tivessem o primeiro filho depois dos 30 anos. Hoje, este termo nem se usa mais”, conta Dra. Sonia. O ginecologista e obstetra Amaury Mendes de Araújo percebe a mesma ansiedade. “Elas querem correr atrás do prejuízo, mas geralmente quando isso acontece, é tarde demais. É comum a mulher chegar aos 48 anos, com a menstruação falhando, pensando ser uma gravidez. Elas não se convencem de que é a menopausa. É nesse momento em que vão atinar para a idade”, relata o médico.

Os motivos para a gravidez ser cada vez mais tardia se explica em nosso dia-a-dia. “Hoje, o número de mulheres que opta por não ter filhos é muito grande. Elas preferem investir na carreira, na independência financeira, e, envolvidas com o trabalho, acabam deixando a maternidade de lado. Estão acostumadas a uma vida de muito trabalho, livre de obrigações e demandas familiares”, acredita Dr. Amaury. Só que, mais cedo ou mais tarde, a vontade acaba surgindo.

Os riscos

Mesmo sendo tão desejada, a gravidez tardia é fator de preocupação para os médicos. “Depois dos 36, os riscos de alterações cromossomiais aumentam consideravelmente”, avalia o ginecologista e obstetra Amaury Mendes de Araújo. “No caso da síndrome de Down, o risco que aos 20 anos era de um em 1.340, sobe, aos 36 anos, para um em 270. Já aos 44 anos, a chance da mulher ter um filho com a síndrome é de uma em 35”, compara Dr. Amaury que, em casos de gravidez tardia, recomenda uma batelada de exames. “Quando a paciente passa dos 35, já fico preocupado. Sugiro sempre um estudo cromossomial, tanto da mulher quanto do parceiro. É importante saber da probabilidade de alterações. É claro que há exceções. Uma de minhas pacientes teve o primeiro filho aos 48 anos. Seguimos toda a rotina de exames, que deram ótimos resultados. A criança nasceu saudável, através de cesariana”, revela o ginecologista.

Dra. Sonia também não abre mão dos exames. “Acima dos 38, o risco de má formação é 2% maior do que antes dessa idade. Parece pouco, mas em termos mundiais, é muito grande. As clínicas de reprodução recomendam que se faça análise do DNA do embrião. Assim, verifica-se se essa criança tem ou não má formação”, explica a médica. Em alguns casos, o melhor é recorrer à medicina, optando pela doação de óvulo. “Se a mulher recorre à doação, não há o risco de má formação fetal, garantindo-se a saúde do embrião. Já a mulher, se for saudável, corre riscos muito pequenos. Mas tendo a possibilidade de tentar com seu próprio óvulo, elas sempre preferem”, afirma Sonia Valentim.

Apesar dos riscos, quando a maternidade bate à porta, não há quem se negue a deixá-la entrar. “O grau de desejo delas de ter um filho é muito grande. Elas dão uma atenção enorme àquela gravidez. Afinal, é a última chance de concretizar o sonho”, diz Dr. Amaury.


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Postado por: Lo às 22h53
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"Quando temos que passar por problemas difíceis, e grandes sofrimentos é porque somos especiais e fomos escolhidos pois , temos uma missão a cumprir e em sua sabedoria tem certeza que vamos conseguirenxugue as lágrimas e mãos a obra,vamos descobrir o que temos que fazer"

P.S.: Obrigada Neyla pela mensagem de conforto.



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Postado por: Lo às 23h07
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Por que o desejo da gravidez incomoda tanto?

 

Volta e meia recebo mensagens de muito mau gosto de pessoas criticando o desejo da maternidade, tema principal deste blog. Algumas são tão absurdas (e o pior, tão mal escritas) que deleto de cara. Não vale a pena dar espaço a pessoas tão pequenas e pobres de espírito. Não que eu não aceite críticas. Aceito-as de bom grado desde que tenham substância, sejam inteligentes e desprovidas de ofensas.

 

Infelizmente, não é o caso dessas a que me refiro, calcadas em preconceito e intolerância.

Gostaria muito de entender o motivo pelo qual as pessoas não conseguem respeitar o desejo e o direito do outro, ainda mais quando o que outro deixa ou não de fazer não lhe diz respeito. Em se tratando de direitos sexuais e reprodutivos, essas atitudes são marcantes e recorrentes. É assim com questão do homossexualismo, do aborto e, agora, da reprodução.

 

Em geral, essas críticas seguem um mesmo padrão, a mesma ladainha: “com tanta miséria, crianças morrendo de fome e vocês querendo engravidar? Por que não ajudam uma ONG de crianças carentes”, ou “em vez de ficar gastando dinheiro com tratamento por que não adotam?” A pérola de hoje foi “depois de passar a metade da vida com seus anticonceptivos,  vícios de bebidas e cigarros e depois, com os seus quase 40 anos, querer conceber um filho...nada mais típico da grande pobreza e egoísmo do ser humano de hoje.”

 

Às vezes, divirto-me com essas bobagens e as recolho cuidadosamente para a minha tese de doutorado. Outras vezes, ignoro-as por absoluta falta de paciência e porque meu tempo é curto demais para ser perdido com asneiras. Há vezes, porém, que me entristeço com a pequenez e a ignorância humana. Quando a gente pára e reflete o tempo precioso que essas pessoas perdem apontando o dedo para outro em vez de voltarem para si próprios é, no mínimo, desolador. Não por elas porque, certamente, cegas pela ignorância, pouco se importam com isso. É desolador para o universo, tão carente de energias positivas e de pessoas que querem o bem do outro.

 

Ter ou não filho diz única e exclusivamente respeito aos que vão gerar esse filho. Se esse filho virá naturalmente ou por meio da reprodução assistida aos 20, aos 30, aos 40, aos 50 anos também diz única e exclusivamente ao casal. É preciso que isso fique muito claro na cabeça daqueles que se comportam como verdadeiros juízes, acima do bem e do mal. O desejo de um filho pode perfeitamente caminhar ao lado de uma adoção, de ajuda a instituições de crianças carentes ou outros atos de filantropia. Uma coisa não exclui a outra.

 

Talvez essas pessoas precisem aprender como se tornar realmente belas. Não aquela beleza efêmera que os anos podem desfazer, mas a beleza profunda e verdadeira, que se revela naqueles que são capazes de manter o coração puro e dedicado em cuidar e respeitar todos os seres do planeta, independentemente de cor, do credo, da condição socioeconômica, da opção sexual e, por que não, da opção reprodutiva.



Escrito por Cláudia Collucci às 18h45



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Postado por: Lo às 23h03
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O Contrato de Casamento

 

Na semana passada comemorei trinta anos de casamento. Recebemos dezenas de congratulações de nossos amigos, alguns com o seguinte adendo assustador: "Coisa rara hoje em dia". De fato, 40% de meus amigos de infância já se separaram, e o filme ainda nem terminou. Pelo jeito, estamos nos esquecendo da essência do contrato de casamento, que é a promessa de amar o outro para sempre.

Muitos casais no altar acreditam que estão prometendo amar um ao outro enquanto o casamento durar. Mas isso não é um contrato.

Recentemente, vi um filme em que o mocinho terminava o namoro dizendo "vou sempre amar você", como se fosse um prêmio de consolação. Banalizamos a frase mais importante do casamento. Hoje, promete-se amar o cônjuge até o dia em que alguém mais interessante apareça. "Eu amarei você para sempre" deixou de ser uma promessa social e passou a ser simplesmente uma frase dita para enganar o outro.

Contratos, inclusive os de casamento, são realizados justamente porque o futuro é incerto e imprevisível. Antigamente, os casamentos eram feitos aos 20 anos de idade, depois de uns três anos de namoro. A chance de você encontrar sua alma gêmea nesse curto período de pesquisa era de somente 10%, enquanto 90% das mulheres e homens de sua vida você iria conhecer provavelmente já depois de casado. Estatisticamente, o homem ou a mulher "ideal" para você aparecerá somente, de fato, depois do casamento, não antes. Isso significa que provavelmente seu "verdadeiro amor" estará no grupo que você ainda não conhece, e não no grupinho de cerca de noventa amigos da adolescência, do qual saiu seu par. E aí, o que fazer? Pedir divórcio, separar-se também dos filhos, só porque deu azar? O contrato de casamento foi feito para resolver justamente esse problema. Nunca temos na vida todas as informações necessárias para tomar as decisões corretas.

As promessas e os contratos preenchem essa lacuna, preenchem essa incerteza, sem a qual ficaríamos todos paralisados à espera de mais informação. Quando você promete amar alguém para sempre, está prometendo o seguinte: "Eu sei que nós dois somos jovens e que vamos viver até os 80 anos de idade. Sei que fatalmente encontrarei dezenas de mulheres mais bonitas e mais inteligentes que você ao longo de minha vida e que você encontrará dezenas de homens mais bonitos e mais inteligentes que eu. É justamente por isso que prometo amar você para sempre e abrir mão desde já dessas dezenas de oportunidades conjugais que surgirão em meu futuro. Não quero ficar morrendo de ciúme cada vez que você conversar com um homem sensual nem ficar preocupado com o futuro de nosso relacionamento. Nem você vai querer ficar preocupada cada vez que eu conversar com uma mulher provocante. Prometo amar você para sempre, para que possamos nos casar e viver em harmonia". Homens e mulheres que conheceram alguém "melhor" e acham agora que cometeram enorme erro quando se casaram com o atual cônjuge esqueceram a premissa básica e o espírito do contrato de casamento.

O objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm.

Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender. Obviamente, se sua esposa se transformou numa megera ou seu marido num monstro, ou se fizeram propaganda enganosa, a situação muda, e num próximo artigo falarei sobre esse assunto. Para aqueles que querem ter vantagem em tudo na vida, talvez a saída seja postergar o casamento até os 80 anos. Aí, você terá certeza de tudo.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Editora Abril, Revista Veja, edição 1873, ano 37, nº 39, 29 de setembro de 2004, página 22



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Postado por: Lo às 18h24
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Olá Amigas, desejo a todas um 2006 repleto de realizações, com muita paz, saúde, amor  e etc... Que em breve possamos trocar figurinhas diferentes, não é mesmo Grazi e Dani. Beijão a todas.

FELIZ 2006!!!!!



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Postado por: Lo às 18h18
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Como disse, foi nosso aniversário de casamento dia 16/12 e fomos à Praia do forte, foi demais, maravilhoso, é lindo e a ocasião ajudou.                 



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Postado por: Lo às 23h30
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Oi!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dia 16/12 completamos 5 anos de casados, estamos super felizes, vamos comemorar na Praia do Forte, depois coloco as fotos e conto como foi.

Beijos cheios de felicidades!



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Postado por: Lo às 23h48
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Os amigos do acaso
São como as folhas de outono
Espalham-se rápido ao vento.

Os amigos de boêmia
São feito fogo de palha
E arduamente nos custam
Os olhos da cara.

Os amigos da onça
São parentes de "Judas"
Somos santos na presença
Crucificados na ausência.

Os amigos de trabalho
Se não houver nenhum tapete
Nos aplaudem , vão ao delírio
Em troca, pagamos o ingresso.

Os amigos interesseiros
Nos contatam diariamente
Mas, só pedem favores e favores
Esquecem até de dar "bom dia".

Mas, os amigos verdadeiros
Permanecem ao nosso lado
Em qualquer tempo...
De alguma maneira presente.

Os amigos do coração
São fiéis, acendendo o sentido da vida
Não importa a distância...
Sempre dão um toque de magia



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Postado por: Lo às 18h55
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Oi pessoal, estou um pouco sumida, mas é que estou desanimada, não tenho notícias interessantes, um pouco decepcionada e tentando não ficar tão anciosa senão vou pirar, estou trabalhando minha mente para reanimar e voltar a lutar, ai voltaremos a dialogar frequentemente.

Beijos!!!!!



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Postado por: Lo às 22h02
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FINALMENTE O EXAME:CARIOTIPO COM BANDA G DE MÁCIO FICOU PRONTO E ESTA SEMANA VOU A MÉDICA, ANCIOSA PARA SABER O PRÓXIMO PASSO. NEM IMAGINAM COMO CADA É COMO SE FOSSE UMA ETERNIDADE.

BEIJOS!!!!



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Postado por: Lo às 14h34
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Meu nome e Losangela moro em Salvador/ba sou casada com Mácio há 4 anos, somos muito felizes e atualmente estamos na busca de um dos nossos maiores sonhos: ter o nosso bebê, nossa Sofia. Sou Assistente Social recém-formada, a espera de uma oportunidade de emprego que possa demonstrar todo meu potencial, mas enquanto isso estou cursando Direito, pois considero que este conhecimento
atrelado com o Serviço Social formam um casal perfeito.

Convido amigos para embarcar comigo nesta viagem fascinante cheia de cores, fotos, poesia, sentimentos, discussões, bate-papo, troca de experiência, dicas, desabafos, etc...

Venham e fiquem a vontade!!!!

 



 

 

 

 


  

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